terça-feira, 10 de novembro de 2009

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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

O CARÁTER DE UM VELHO PURITANO INGLÊS

O CARÁTER DE UM VELHO PURITANO INGLÊS OU NÃO-CONFORMISTA
(The Character of on Old English Puritan or Nonconformist

O Velho Puritano Inglês era aquele que honrava a Deus, acima de todas as coisas, e, abaixo de Deus, dava a cada um o que lhe era devido. Sua maior preocupação era servir a Deus e, desse modo, ele não fazia o que era bom aos seus olhos, mas o que era bom aos olhos de Deus, fazendo da Palavra de Deus a regra de sua adoração (...) Ele tinha consciência de todas as ordenanças divinas (...) Passava muito tempo em oração: com oração, ele começava e encerrava o dia. Ele exercitava a oração no seu quarto, na reunião em família e na congregação (...) Considerava a leitura da Palavra uma ordenança de Deus na vida privada e na vida pública (...)

Ele via o dia do SENHOR como uma ordenança divina, e o descanso daquele dia induzia à santidade. Ele tinha muita consciência da observância daquele dia como o dia do Mercado da Alma (ou seja, o dia em que a pessoa garante o abastecimento espiritual para a semana que se inicia)(...) Considerava a Ceia do SENHOR como parte do alimento de sua alma: lutava para manter sua alma faminta por ele. Ele a considerava como uma ordenança da comunhão mais próxima com Cristo, que exigia, portanto, a maior preparação (...)

Ele via a religião como um engajamento ao dever, onde os melhores cristãos deveriam ser os melhores maridos, esposas, pais, filhos, patrões, empregados, juízes e súditos, de modo que a doutrina de Cristo pudesse ser adornada e não blasfemada. Esforçava-se por fazer de sua família uma igreja (...) só admitindo dentro dela (ou seja, servos ou hóspedes) aqueles que temiam a DEUS; e trabalhando para que aqueles que nasciam na família, pudessem nascer de novo para Deus (...) Ele era uma pessoa de coração compassivo, não somente em relação ao seu próprio pecado, mas à miséria dos outros, sem pensar na misericórdia como algo arbitrário, mas como um dever necessário; à medida que orava pedindo que a sabedoria o dirigisse, estudava (resolutamente determinado) para alcançar a alegria e a generosidade liberal em suas ações (...)

Em seu modo de vestir, ele evitava opulência e vaidade (...) desejando, em todas as coisas, expressar uma visão série da vida, em oposição à frivolidade irresponsável. Considerava a vida como uma guerra, onde Cristo era se Capitão, armamentos, orações e lágrimas. A Cruz era sua Bandeira, e seu lema (moto) era: Vincit qui patitur (o que sofre, vence).

Este era a maneira pela qual os puritanos ingleses mais fortes concebiam a santidade na sua época. em dúvida, está claro que é necessário apenas um pequeno ajuste para adaptar este modelo aos nossos dias.

Extraído do livro: A REDESCOBERTA DA SANTIDADE - O CAMINHO PARA A ALEGRIA E LIBERDADE, AGORA E NO FUTURO. Editora Cultura Cristã - Pág. 103-104